A Neurobiologia a Serviço da Ocupação
Como usar o entendimento sobre rigidez, stimming e comportamentos restritivos como pontes para a expansão do repertório, rompendo com a prática ultrapassada de supressão.
Para Terapeutas Ocupacionais que atendem autismo
Saia da fragmentação e volte a gerar participação real. Um Mergulho Rápido que reconecta a neurobiologia do TEA com o propósito que te fez escolher a profissão.
Quantos de nós começamos na profissão acreditando que a ocupação tem o poder de transformar vidas — e, pela pressão do dia a dia, nos vimos focados apenas em “corrigir” comportamentos, reduzir sintomas e diminuir o nível de suporte?
Trocamos nossa visão holística e humanista pela biomedicalização. Tentamos suprimir o stimming, forçamos uma conformidade sem significado e focamos tanto no processamento sensorial isolado que esquecemos o nosso propósito fundacional.
A exaustão quando a criança “não colabora”
A sensação de estar enxugando gelo
A perda da sua identidade profissional
“Quando perdemos nossa alma, ganhamos técnicas.”
O modelo de “correção” não sustenta mais a prática clínica. As evidências e as Diretrizes da AOTA de 2024 cravam um retorno absoluto à ocupação.
A inovação no seu atendimento não está em abandonar a neurobiologia, mas em usá-la a serviço da dignidade humana. É entender os circuitos cerebrais — como o sistema de recompensa e dopamina — para enxergar que a rigidez e o hiperfoco não são “erros” a serem consertados, mas estratégias válidas de regulação.
É exatamente para construir essa ponte epistemológica que desenhamos este encontro.
A base científica e prática para você fazer a transição definitiva do modelo biomédico para o biopsicossocial. Deixe de atuar apenas na estrutura e volte a assumir o seu papel de arquiteta da participação.
Como usar o entendimento sobre rigidez, stimming e comportamentos restritivos como pontes para a expansão do repertório, rompendo com a prática ultrapassada de supressão.
O passo a passo para mudar a ordem da sua avaliação: parar de perguntar apenas “como” (processamento) e começar a perguntar “por quê” e “para quê” (significado e autenticidade ocupacional).
Como adaptar demandas e ambientes para honrar o modo autista de fazer, ser e pertencer.
Como estruturar seus encaminhamentos e orientações para defender o direito à ocupação significativa nos contextos escolares, familiares e sociais.
A Ciência da Ocupação é o nosso farol.
A participação significativa é o nosso destino.
Um formato pensado para aprofundar um tema específico sem exigir semanas de dedicação. Feito para caber na sua agenda.
Terapeutas ocupacionais com atuação clínica, docente e produção teórica voltada para uma Terapia Ocupacional ética, crítica e sustentada na Ciência da Ocupação.
Três modalidades de participação. Você decide o nível de mergulho.
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Questione suas bases e reconecte a sua prática diária aos valores que te fizeram escolher essa profissão — com o respaldo das evidências mais atuais.
“Que você seja a profissional que não apenas entende o cérebro, mas que honra a alma ocupacional de cada paciente.”